Cheguei a Quellón de ferry (vindo de Chaitén) e a cidade recebeu-me com cheiro a lenha e mar. É um porto trabalhador, com barcos de pesca e aquicultura a entrar e sair o dia todo. Fui direto à costaneira para ver a baía e tirar a foto clássica no “Hito Cero” — o marco do fim da Rota Panamericana.
Passeei pelo cais e pelos pequenos mercados de marisco (choritos, almejas) e provei um curanto fumegante. Em dias limpos, dá para ver o vulcão Corcovado no horizonte, do outro lado do golfo. Quellón também é ponto de ligação por ferry para o continente e ilhas ao sul, por isso é ótima base logística.
Dicas minhas
Clima húmido e vento: leva impermeável. Confere horários dos ferries e chega cedo ao embarque. Para comer bem, escolhe cozinhas simples junto ao porto — frescura manda.









