Chaiten. No dia em que a cidade foi destruída pelo vulcãoChaiten. No dia em que a cidade foi destruída pelo vulcãoChaiten. No dia em que a cidade foi destruída pelo vulcãoChaiten. No dia em que a cidade foi destruída pelo vulcãoChaiten. No dia em que a cidade foi destruída pelo vulcãoChaiten. No dia em que a cidade foi destruída pelo vulcãoChaiten. No dia em que a cidade foi destruída pelo vulcãoChaiten. No dia em que a cidade foi destruída pelo vulcãoChaiten. No dia em que a cidade foi destruída pelo vulcãoChaiten. No dia em que a cidade foi destruída pelo vulcãoChaiten. No dia em que a cidade foi destruída pelo vulcãoChaiten. No dia em que a cidade foi destruída pelo vulcãoChaiten. No dia em que a cidade foi destruída pelo vulcãoChaiten. No dia em que a cidade foi destruída pelo vulcãoChaiten. No dia em que a cidade foi destruída pelo vulcãoChaiten. No dia em que a cidade foi destruída pelo vulcão

Cheguei a Chaitén quando o pior já tinha passado, mas a cidade parecia ter parado no tempo. Ruas cobertas de cinza, casas enterradas até às janelas, o rio cortado por um leito novo a atravessar quarteirões. Caminhei em silêncio: telhados tortos, portas abertas, brinquedos no chão — tudo cinzento.

Cruzei com poucos moradores a recolher o que restava e equipas a sinalizar zonas inseguras. Fiquei pouco: tirei duas ou três fotos, respirei fundo e segui caminho. Chaitén, naquele dia, foi uma lição de humildade — a natureza manda.

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