Cheguei a Potosí e o ar fino bate logo — cidade a mais de 4.000 m, casario colonial e o Cerro Rico a dominar tudo. Passeei pelo centro (Casa Nacional de la Moneda, igrejas barrocas, miradouros) e deixei a manhã para me adaptar à altitude com chá de coca e passos curtos.
Fiz o tour mineiro no Cerro Rico: vesti macacão, capacete com luz, botas e entrei pelos túneis. É apertado, poeirento e intenso — vi mineiros a trabalhar, oferendas ao “Tío” e senti o peso histórico do lugar. Experiência forte, não turística “bonitinha”, mas que ajuda a entender Potosí.
Recomendo assim
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Vai com operadora séria (PPE completo, guia experiente).
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Não é indicado para claustrofobia, asma ou problemas cardíacos.
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Leva máscara, água, casaco e luvas; evita comprar explosivos no “mercado dos mineiros”.
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Reserva tempo para o centro histórico e um miradouro ao pôr do sol.
De Sucre cheguei por estrada boa (3–4 h). Potosí é duro e fascinante: história, altura e um monte que ainda dita o ritmo da cidade.









































