Península Valdés: Encanto de Vida MarinhaPenínsula Valdés: Encanto de Vida MarinhaPenínsula Valdés: Encanto de Vida MarinhaPenínsula Valdés: Encanto de Vida MarinhaPenínsula Valdés: Encanto de Vida MarinhaPenínsula Valdés: Encanto de Vida MarinhaPenínsula Valdés: Encanto de Vida MarinhaPenínsula Valdés: Encanto de Vida MarinhaPenínsula Valdés: Encanto de Vida MarinhaPenínsula Valdés: Encanto de Vida MarinhaPenínsula Valdés: Encanto de Vida MarinhaPenínsula Valdés: Encanto de Vida MarinhaPenínsula Valdés: Encanto de Vida MarinhaPenínsula Valdés: Encanto de Vida Marinha

Usei Puerto Madryn como base e entrei na Península ao amanhecer. Depois do Istmo Ameghino, a estrada vira ripio: vento lateral e cascalho solto. Fui de 4x4 (4H no cascalho) — dá mais estabilidade e travagem mais segura, sobretudo nas curvas com “corrugado”. Mesmo assim, mantive 60–70 km/h e parei muito nos recuos: estepa, salinas e falésias a perder de vista.

O meu foco foi a vida selvagem. Em Puerto Pirámides embarquei para ver baleias-francas (jun–dez, pico set–nov). De carro, percorri o ripio até Caleta Valdés e Punta Norte: vi elefantes-marinhos, lobos-marinhos, guanacos, choiques e, em época, pinguins (set–mar). Com sorte, orcas (mar–abr e out–nov) em Punta Norte.

Como conduzi (e recomendo com 4x4):

  • 4H no cascalho, sem brusquidão; travar e curvar com antecedência.

  • Depósito cheio, suplente ok e kit básico; sinal é fraco.

  • Evitar noite; vento pode ser forte.

  • Água, casaco corta-vento e dinheiro para entradas.

  • Distância da fauna, usar passarelas; drones proibidos.

Valdés é isso: ripio que já é passeio e encontros brutos com a natureza — cada paragem, um postal.

Mapa