Cheguei a Comodoro e encontrei uma cidade de vento forte, mar e petróleo — e, sobretudo, terra de imigrantes. Entre conversas, cruzei-me com muitos descendentes de portugueses e italianos; há quem diga que aqui está uma das maiores comunidades portuguesas da Argentina, talvez a segunda do país.
Tive a sorte de visitar poços de petróleo acompanhado pelo engenheiro Oscar, da companhia local. Ver os cavalos-mecânicos a trabalhar no horizonte árido ajuda a entender a alma da cidade: gente trabalhadora, história industrial e um Atlântico que nunca sai de cena.









